Em cerca de um mês, Corinthians responde cinco processos por calote

 Além de R$ 4 milhões em ações de clubes sobre Petros, Marlone, Kazim e Vilson, Timão é processado agora por empresa que vendeu materiais de construção e não recebeu nada.

Em cerca de um mês, o Corinthians foi processado cinco vezes por conta da falta de pagamento de compromissos assumidos ao longo dos últimos meses. Quatro destas ações envolvem jogadores (Petros, Vilson, Marlone e Kazim) e a mais recente foi protocolada nesta terça-feira, na 29ª Vara Cível, pela "Ferronor Comércio de Ferro e Aço Ltda". O Timão não pagou por materiais de construção utilizados em obras de sua sede social e deve, de acordo com a ação, que é pública no site da Justiça do Estado de São Paulo, R$ 17.847,78.

O Corinthians foi processado pelo SEV Hortolândia, clube mantido por empresários, duas vezes: em R$ 1,2 milhão pela transferência de Petros, em 2015, e R$ 320 mil pela compra do zagueiro Vilson. Além disso, o Coritiba pede R$ 900 mil por parcelas não pagas do atacante Kazim e a Penapolense cobra R$ 1,7 milhão pelo calote na compra do meia Marlone, hoje emprestado ao Atlético-MG. Na soma, pouco mais de R$ 4 milhões.


O Corinthians teve prazo de três dias para efetuar o pagamento das dívidas e evitar a sequência dos processos, que podem render penhora de bens, mas não foi nem sequer intimado em algumas ações. O departamento jurídico do clube agora tem 15 dias para apresentar sua defesa em cada caso.

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