Você acha que BACEN-Jud, INFO-Jud e RENA-Jud realmente funcionam em casos de fraudes?


Os sistemas informatizados da Justiça Pública incontestavelmente colaboram com a recuperação de ativos. Eles representaram um avanço nas ações de cobrança de dívidas comuns.


Entretanto, será que os sistemas BACEN-Jud, INFO-Jud e RENA-Jud são eficazes para a efetiva recuperação de ativos em casos de fraudes, nos casos em que os devedores não são pessoas comuns, mas, fraudadores contumazes e habilidosos em “lavagem” e ocultação de bens?

A resposta é não!

Se você suspeita que o devedor não é um caloteiro comum, mas, um fraudador profissional, somente um profissional do ramo de Contrainteligência com experiência em localização de pessoas e bens para a recuperação de ativos desviados de fraudes pode solucionar o caso. Vejamos.

BACEN-Jud: Pense como o fraudador: Depois de arquitetar uma fraude e obter sucesso, você depositaria o dinheiro roubado em contas bancárias no País da fraude ou em seu próprio nome/CPF? Dificilmente.

INFO-Jud: Sonegação fiscal é muito comum no Brasil. Foram R$ 300 bilhões de ativos sonegados somente no ano passado. Você acha mesmo que o fraudador de mais de R$ 1 milhão vai informar à Receita Federal do Brasil ativos valiosos que ele não tem como declarar a origem? E aquela fazenda ou casa de praia em outro Estado distante do local da fraude e que todos sabem que é do fraudador, será que consta da Declaração de Rendimentos do IRPF? É óbvio que não! Entre pagar a dívida e responder ao processo criminal (se houver), ele escolhe não pagar.

RENA-Jud: Mesmo que o fraudador desfile com Ferraris e Lamborghinis, esses automóveis não devem estar em nome/CPF dele. Se estiver, as chances de localizá-las por um Oficial de Justiça diligente são quase nulas, porque é um “auto” “móvel” que pode ser levado à qualquer local, até mesmo à garagem do vizinho (que Oficiais de Justiça não se dão ao trabalho de investigar).

Não queremos desmotivar o credor nem excluir mecanismos legais que representam um pingo d’água em meio a um oceano de lentidão e burocracia do Poder Judiciário, porém, fraudadores profissionais praticam ações especializadas como

Desinformação: Manipulação de dados e informações de modo deliberado para confundir e despistar credores e adversários, tais como as que se seguem:

Camuflagem: Ação que torna invisível, aos olhos dos credores, ativos do devedor. Na camuflagem, não existe esconderijo porque os dados e informações estão a vista de qualquer um, porém, não são facilmente acessadas porque espalhadas, misturadas ou confundidas à outras informações de ativos sem importância aparente.

Despistamento: Prática de despistar, lançar pistas falsas para que o credor pense que coletou uma pista quando, em realidade, aquele dado ou informação o conduzirá a uma pesquisa com premissa falsa ou equivocada que não o levará a lugar algum senão pura perda de tempo. Modo muito comum de despistamento mediante desinformação é o rumor, a propagação de boatos.

A “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e créditos é apenas o nome legal dessas ações de ocultamento e que são realizadas de muitas maneiras, isoladamente ou combinadas, geralmente como investimentos dos valores desviados com as fraudes em nome/CPF de interpostas pessoas (“laranjas”), familiares ou não, em ativos longe dos locais das fraudes ou protegidos sob máscaras de sociedades empresárias, imóveis com garantias hipotecárias, fundos-de-investimento etc.  

Serviços de Informação, Inteligência & Investigações de fraudes representam soluções alternativas confiáveis de efetiva recuperação de ativos de suporte aos departamentos jurídicos e escritórios de advocacia.

Se o devedor é um fraudador profissional, ele está gastando seu dinheiro enquanto você perde tempo com o acesso aos sistemas BACEN-Jud, INFO-Jud e RENA-Jud...






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